Anatoli

Anatoli

quarta-feira, 2 de novembro de 2016

ESTRATÉGIAS PARA MANIPULAÇÃO DE UMA SOCIEDADE

Isto está sendo aplicado pelos marxistas sobre a maioria conservadora da sociedade

Preparem-se para a guerra psicológica que está em andamento. Entendam como as esquerdas manipulam o pensamento do povo.
Observem que o preâmbulo de Chomksy se refere à Mídia como se ela fosse culpada da manipulação, quando, na realidade, foram os comunistas e socialistas que cooptaram e dominaram a mídia, e são os responsáveis pelo uso generalizado e institucionalizado destas técnicas, manipulando a mídia.



10 técnicas infalíveis para manipular a população


O filósofo, lingüista e ativista político norte-americano Avram Noam Chomsky desenvolveu uma lista de 10 estratégias utilizadas pela mídia como um todo para manipular a população em geral.

1.  Distração

Uma das principais técnicas de controle social é a denominada estratégia da distração. Basicamente, esse método consiste em desviar o público de problemas sociais, políticos e econômicos. Somos bombardeados pela TV com informações insignificantes, tornando mais difícil o público ganhar interesse em assuntos essenciais, como científicos, sociais, econômicos, psicológicos, e por aí vai. Manter as pessoas ocupadas com questões sem importância é boa técnica de manipulação.

2.  Problema-reação-solução

Outra técnica muito conhecida e discutida consiste em criar um problema de impacto emocionalmente forte sobre a população, esperar a reação das pessoas e por fim colocar em prática um plano que beneficie o sistema. Um exemplo disso é um ataque terrorista. Dependendo de sua intensidade, o povo abriria mão de muitas coisas em troca de segurança. Após o atentado de 11 de Setembro de 2001, por exemplo, o governo dos EUA aprovou uma lei denominada Ato Patriótico, no qual agências públicas ganharam o poder de invadir legalmente a privacidade dos cidadãos.

3.  Gradação

É simples fazer a população aceitar uma medida inaceitável, basta ter tempo. Aplicar um plano gradativamente é uma excelente alternativa de controle. Assim que condições socioeconômicas radicais (neoliberalismo) foram implantadas durante os anos 80 e 90: Privatizações, precariedade, desemprego, baixos salários. Tantas mudanças que causariam uma revolução caso tivesse sido aplicadas de uma só vez.

Obs: Chomsky, como todo homem de esquerda, sabe usar muito bem estas técnicas.  Reparem que até este artigo, com a difusão destas técnicas, usa uma delas.  Ele já vem com uma mensagem subliminar – “O neoliberalismo e as privatizações são coisas ruins....”

4.  A técnica do "deferido"

Outro método de fazer as pessoas aceitarem uma medida que não convém muito a elas é apresentá-la como sendo necessária e dolorosa, no qual será aplicada no futuro. É mais simples se aceitar um sacrifício futuro que um imediato, até porque as pessoas normalmente tendem a acreditar que amanhã tudo estará melhor, e que talvez o sacrifício já seja desnecessário.

5.  Infantilidade

Grande parte das publicidades utiliza argumentos, personagens, entonação e até mesmo personagens infantis, como se fôssemos todos pequenas crianças ou deficientes mentais. O tom de infantilidade aumenta proporcionalmente à intenção de se enganar o telespectador. A resposta ou reação dele tende a ter também um senso crítico equivalente ao de uma criança.

6.  Mensagens subliminares

Se aproveitar da fragilidade emocional de grande parte das pessoas é outra técnica bastante utilizada para manipulação, a fim de causar um curto-circuito no senso crítico de cada um. Para isso, a mídia constantemente se utiliza da técnica das mensagens subliminares, sobretudo na televisão, a fim de manipular a mente das pessoas.

7.  Mantendo o público na ignorância

Essa obviamente é a técnica mais utilizada como forma de manipulação e a mais eficiente, sobretudo em países como o Brasil. Não querem que saibamos os métodos que utilizam para nos manter na escravidão.

Obs: Essa técnica é utilizada em conjunto com a técnica da distração. Não é a toa que se investe tão pouco em educação para as classes baixas, afinal de contas, um povo ignorante é mais fácil de controlar. Na televisão, poucos são os conteúdos de qualidade apresentados e a situação está cada vez pior. Outro exemplo é a música, que teve uma decadência assustadora em termos de qualidade (conteúdo) desde o início do século XXI, principalmente aqui no Brasil. Isso sem mencionar alguns sistemas religiosos que são uma forma descarada de alienação.

8.  Estimular o público a permanecer na ignorância

Fazer com que as pessoas acreditem que ser estúpido, vulgar e inculto é moda. Exemplo disso é a música e estilo divulgados pela televisão.

Obs:  Lula é um perfeito exemplo do uso desta regra pelos políticos.  Ele faz questão de se apresentar como um estúpido, vulgar e inculto que chegou a Presidente.  Só este comportamento do ex-presidente seria suficiente para garantir a ele muitos anos de prisão, pelo mal que fez ao povo brasileiro.  Serão necessários muitos anos de sucessivos governos realmente honestos e bem intencionados, para desfazer o mal que Lula causou nas mentes brasileiras.

9.  Fazer com que as pessoas sintam-se culpadas

Essa técnica de manipulação consiste em fazer com que a pessoa acredite que somente ela é culpada pela sua própria infelicidade (falta de inteligência, pobreza, incapacidade?). Assim o indivíduo não irá se revoltar contra o sistema político-econômico, e irá se culpar por tudo, gerando um estado depressivo no qual o ser se sente inibido a agir. Sem ação não há revolução!

10.     Eles sabem mais sobre nós do que nós mesmos

Com o constante avanço da tecnologia, ciência, biologia e psicologia, criou-se uma grande distância entre os conhecimentos do grande público e aquilo que realmente existe e eles sabem. E o sistema tem se aproveitado muito bem disso, e possui o poder de conhecer melhor cada pessoa que elas mesmas, ou seja, o sistema exerce um controle e poder maior sobre as pessoas do que as pessoas em si.

"...É muito melhor arriscar coisas grandiosas, alcançar triunfos e glórias, mesmo expondo-se à derrota; do que formar fila com os pobres de espírito, que não vivem muito e nem sofrem muito porque vivem nessa penumbra cinzenta, sem conhecer vitória nem derrota."
Theodore Roosevelt
Presidente dos EUA, 25° e 26° (1901-1909)
(27 de outubro de 1858 a 6 de janeiro de 1919)

quinta-feira, 27 de outubro de 2016

O IMPÉRIO PORTUGUÊS - Parte 3

[UMA HOMENAGEM AO POVO PORTUGUÊS DAS NAVEGAÇÕES E CRISTIANIZAÇÃO DOS POVOS]
- Trata-se de 4 vídeo-aulas, imperdíveis, sobre o que foi o povo português e o que representou para a Civilização Ocidental, e, um pouco também para o Mundo Oriental.
Crédito: Associação Cultural MONFORT


Título da aula: O Império Português – Parte 3
Apresentação: Guilherme Chenta.
Exposição: Prof. Marcelo Andrade.
Data de gravação: 17/07/2012.
Data de publicação: 21/08/2012.
Duração: 92 minutos.
Pauta:
1.    Introdução: recapitulação de alguns pontos da Guerra Luso-Holandesa (1595 – 1663).
2.    A Restauração Portuguesa (1640) e o reinado de Dom João IV (1640 – 1656).
3.    O reinado de Afonso VI (1656 – 1683).
4.    O reinado de Dom João V (1706 – 1750).
5.    O período pombalino (1750 – 1777).
6.    O reinado de Dona Maria I (1777 – 1816).
7.    Breve explicação sobre o Liberalismo.
8.    A vinda da família real para o Brasil (1808).
9.    A Revolução Liberal do Porto (1820).
10.  A Independência do Brasil (1822).
11.  As disputas políticas em Portugal: dos anos 1820 aos 1850.
12.  As transformações liberais e manutenção do ideal missionário em Portugal.
Bibliografia básica:
1.    BOXER, Charles. Império Marítimo Português. São Paulo: Ed. Companhia das Letras, 2008.
2.    ________________A Igreja Militante. São Paulo: Ed. Companhia das Letras, 2007.
3.    CHAUNU, Pierre. Conquista e Exploração dos Novos Mundos. São Paulo: Livraria Pioneira Editora e Edusp, 1984.
4.    CASTRO, Américo Mendes de Oliveira. Mauricio de Nassau. Rio de Janeiro: Editora A Noite, 1943.
5.    DUARTE, José. Senhores do Sol e do Vento. Lisboa: Editorial Estampa, 1999.
6.    MOFFETT, Samuel. Christianity in Asia. New York: Orbis Books, 2007.
7.    NOGUEIRA, Carlos (organizador). O Portugal Medieval. São Paulo: Alameda, 2010.
8.    OLSON, Joseph. Jesuit Inculturation in the New World. Denver: Outskirts Press, 2009.
9.    PAGE, Martin.Portugal e a Revolução Global. Rio de Janeiro: Editora Nova Fronteira, 2011.
10.  SERRÃO, Joel (direção). Nova história da Expansão Portuguesa – XII volumes. Lisboa: Editorial Estampa, 2006.
11.  TENGARRINHA (organizador). História de Portugal. São Paulo: Editora Unesp, 2001.
12.  WATKINS, Ronald. Por Mares Nunca Dantes Navegados. Rio de janeiro: Editora José Olympio, 2011.

quinta-feira, 20 de outubro de 2016

O IMPÉRIO PORTUGUÊS - Parte 2

[UMA HOMENAGEM AO POVO PORTUGUÊS DAS NAVEGAÇÕES E CRISTIANIZAÇÃO DOS POVOS] - Trata-se de 4 video-aulas, imperdíveis, sobre o que foi o povo português e o que representou para a Civilização Ocidental, e, um pouco também para o Mundo Oriental.
Crédito: Associação Cultural Monfort


Pauta:
1.    Introdução.
2.    Dom Sebastião (1554 – 1578) e o início da União Ibérica (1580).
3.    A Holanda declara guerra a Portugal (1595).
4.    Episódios marcantes da Guerra Luso-Holandesa (1595 – 1668).
5.    Um episódio marcante em especial: os holandeses no Brasil (1624–1654).
6.    O fim da Guerra.
7.    Conclusão: um balanço do conflito do ponto de vista de Portugal.
Bibliografia básica:
1.    BOXER, Charles. Império Marítimo Português. São Paulo: Ed. Companhia das Letras, 2008.
2.    ________________A Igreja Militante. São Paulo: Ed. Companhia das Letras, 2007.
3.    CHAUNU, Pierre. Conquista e Exploração dos Novos Mundos. São Paulo: Livraria Pioneira Editora e Edusp, 1984.
4.    CASTRO, Américo Mendes de Oliveira. Mauricio de Nassau. Rio de Janeiro: Editora A Noite, 1943.
5.    DUARTE, José. Senhores do Sol e do Vento. Lisboa: Editorial Estampa, 1999.
6.    MOFFETT, Samuel. Christianity in Asia. New York: Orbis Books, 2007.
7.    NOGUEIRA, Carlos (organizador). O Portugal Medieval. São Paulo: Alameda, 2010.
8.    OLSON, Joseph. Jesuit Inculturation in the New World. Denver: Outskirts Press, 2009.
9.    PAGE, Martin.Portugal e a Revolução Global. Rio de Janeiro: Editora Nova Fronteira, 2011.
10.  SERRÃO, Joel (direção). Nova história da Expansão Portuguesa” - XII volumes. Lisboa: Editorial Estampa, 2006.
11.  TENGARRINHA (organizador). História de Portugal. São Paulo: Editora Unesp, 2001.
12.  WATKINS, Ronald. Por Mares Nunca Dantes Navegados. Rio de janeiro: Editora José Olympio, 2011.

segunda-feira, 17 de outubro de 2016

O IMPÉRÍO PORTUGUÊS - Parte 1

UM TRIBUTO AO POVO PORTUGUÊS
Esta é a primeira parte de quatro vídeo-aulas sobre o Império Português. De valor inestimável pois mostra o que o povo português fez em benefício da Civilização e do Cristianismo da Igreja Católica. 

quinta-feira, 6 de outubro de 2016

ELUCUBRANDO SOBRE A LINGUAGEM E UM POUCO MAIS


por Fernando Antoniazzi.


 Os Americanos têm o péssimo costume de não adotar a Língua Portuguesa como idioma oficial. Como podem preterir a magnífica musicalidade da ‘última flor do Lácio, inculta e bela’, em favor de uma mistura de onomatopéias, guturalismos e atualmente açodada com mais acronismos derivados da linguagem das redes sociais, embora exista o precedente de que os americanos já adotassem muitas siglas para tornar a comunicação mais prática. Sim, prática, rápida, eficiente e pobre.
Bem, este último aspecto não empobrece somente o verbo shakespeariano, posto que seja este um fenômeno de ocorrência mundial, são diversos idiomas sujeitos a isto. A propósito, algo de muito estranho e mais grave está ocorrendo, posto que frases completas estejam a ser substituídas por figurinhas e animações oriundas da comunicação nas ‘redes sociais’; o que enseja uma conclusão pesarosa: o espírito das pinturas rupestres das eras ancestrais à escrita está de volta, permeando as telinhas dos smartphones e congêneres, caracterizando um fenômeno involucionário.
A humanidade levou milhares de anos para criar códigos visuais e fonéticos, de modo a melhor estabelecer a comunicação entre, ao menos, dois interlocutores e, em pouquíssimo tempo, está ela a render-se às carinhas e figurinhas ‘Emoticons’ para fazer-se entender. As tais figurinhas são até mesmo simpáticas e ajudam a enfeitar ou emprestar humor a uma mensagem descompromissada, mas não têm estofo para substituírem a linguagem ou provocarem a interpretação de um texto... Texto? Ora, mas nem texto são!
Paradoxo outro: nunca antes na história se registrou tanta facilidade na troca de informação e esta jamais foi tão parca ou até mesmo dispensável. O discurso final de ‘O GRANDE DITADOR’ tornou-se anacrônico, aquele no qual Charles Chaplin discorre sobre rádios, aviões, pessoas que se aproximam, mas abandonam a sensibilidade, abusando do racionalismo. Fosse tal peça escrita novamente, para manter sua linha axial, certamente ao texto caberia abordar que o sentimento está ainda em declínio, mas há o gravame de que o pensamento caminha à inexistência.
Outra para pensar: a letra cursiva foi abolida em vários rincões. O teclado sobrepujou o papel e a pena... O discurso politicamente correto do marketing ecológico talvez use isto como trunfo: paperless, o futuro chegou; as árvores estarão preservadas dos escribas, os machados estarão banidos; papiro, nunca mais... Gutenberg, aquieta-te e guarda tua prensa! Apenas por exercício de pensamento, lembremo-nos de que a caligrafia também se presta ao estímulo dos movimentos delicados das mãos, refiro-me à precisão dos gestos obtida pela derivação da estrutura que opõe o polegar aos outros dedos da mesma mão, coisa ausente na natureza dos demais primatas. Ah, sim, a robótica, a cibernética e a mecatrônica já resolveram a questão por intermédio de joysticks... Está cada vez mais difícil ser apenas humano.
Que confusão! Estamos vivendo tempos em que colocamos a perder a humanidade, arrogantemente brincamos de divindade e tornamo-nos cada vez mais vazios, distantes do nosso próximo e, por conseguinte, afastamo-nos de Deus.
No dia de hoje, ao completar minha quinquagésima-primeira volta em torno do Sol, fluiu assim esta breve digressão, sem expressão maior, tão somente um flatus animae, um brainstorm de quem dobrou o Cabo da Boa Esperança e muitas vezes não gosta do que vê no espelho, seja a imagem exterior ou a interior.




MÁS LÍNGUAS, João Pereira Coutinho, em 05 de outubro de 2106


Durante uns tempos, desconfiei: entrava no restaurante, sentava-me, traziam-me o cardápio, encomendava. E o empregado trocava os pratos ou esquecia-se de alguma detalhe (bem passado, mal passado).

Agora, não há qualquer dúvida: são raros os lugares de Portugal onde sou compreendido (no Brasil, obviamente, sou um marciano). Podem ser restaurantes. Livrarias. Supermercados. Falo, falo – e o pessoal fica com o rosto estático, suspenso, em pânico. Alguns pedem ao colega do lado para anotar o meu pedido. Já pensei em usar um bloco de notas, como se sofresse de mudez patológica, e passar a comunicar-me por escrito.

O português que eu falo e o português que se usa já não são a mesma língua. É como nos filmes fantasistas onde um personagem do século XIX viaja no tempo e aparece no século XXI. As minhas frases costumam ter princípio, meio e fim. Ainda faço questão de declinar correctamente os verbos. Uso certas expressões de cortesia (“Seria possível...”, “Creio que o melhor...”, etc. etc.). Ontem, no café, cometi a imprudência de dizer que não precisava de açúcar (“Dispenso, obrigado”) e o dono replicou (“Quer ou não quer?”). Terminei o diálogo com um gesto símio de recusa e ele ficou aliviado.

Verdade que a incomunicabilidade é recíproca. Eu também não entendo o que me dizem. Apenas escuto um som gutural que tem em mim o mesmo efeito que os trovões para os homens do Paleolítico. Fico aterrado. E quando peço, a medo, para repetirem a frase, descubro que a dita cuja não é uma frase. É um vocábulo atirado ao vento com uma mistura de desprezo e cansaço. Como explicar isto?

Não tenho uma teoria. Mas desconfio que o abandono de uma cultura verbal e até literária para um mundo exclusivamente visual e digital explica a regressão. Ainda me lembro, com saudade, dos tempos em que as mensagens de telemóvel ou email eram simplificadas até à anedota. Palavras reduzidas a letras – o “que” virava “k” e o diabo a quatro. Bons tempos.

Hoje, nem isso: as mensagens surgem exclusivamente construídas com imagens e só os filhos dos meus amigos são capazes de decifrá-las.

Se a coisa continua, desconfio que acabaremos a comunicar através de pinturas rupestres, tal como os nossos antepassados pré-históricos. Exagero? Talvez. Mas, pelo sim, pelo não, vou dar um salto a Foz Côa para aprender qualquer coisinha.

sábado, 3 de setembro de 2016

CLINTON CASH



Quando o jornalismo vagabundo e mentiroso da grande mídia para de dar notícias sobre a campanha eleitoral nos Estados Unidos é porque algo de podre explodiu no terreiro de Hillary Clinton. Notinhas tímidas e pouco claras eivadas de desinformação apareceram ontem nos sites dos grandes veículos de mídia brasileiros anotando que o republicano Donald Trump agora está "empatado" com Hillary.


Todas as vezes que a campanha eleitoral americana desaparece da mídia é porque há algo no ar além dos aviões de carreira. Aliás ia postar sobre isso neste final de semana.

Contudo, um dos atilados leitores aqui do blog deixou nos comentários o link para o vídeo acima que reproduz um filme que está causando um impacto devastador na campanha de Hillary Clinton. Não é para menos que a grande mídia brasileira andou veiculando matéria de agência internacional noticiando que Trump estaria já alguns pontos à frente. Entretanto, nem um pio sobre "Clinton Cash", um filme que está passando nos cinemas americanos mas os alegres rapazes e raparigas das redações da mídia brasileira fingem que não sabem. Os correspondentes dos jornais e televisões brasileiras nos Estados Unidos não fazem mais do que passar no comitê de campanha de Hillary para pegar o press-release do dia. Mas pelo que se nota a "fonte" deu uma secada repentina.


Não fosse mais uma vez as redes sociais e os blogs e sites independentes ninguém saberia a verdade do que está rolando na campanha eleitoral nos Estados Unidos. Mais uma vez um dos estimados leitores deste blog faz muito mais do que todos os correspondentes da imprensa brasileira em New York e Washington ao fornecer o link para este filme imperdível que devassa a Clinton Foundation, a fabulosa ONG do casal Clinton que se dedica à "benemerência"...



Bom. O filme conta tudo e se transformou num poderoso petardo que esfacela a campanha de Hillary Clinton. Os correspondentes brasileiros nos Estados Unidos estão desconsolados. Nem passam mais no comitê de Hillary para apanhar o press-release do dia.

Não é à toa que Donald Trump segue na frente para o desespero do esquerdismo globalista e se transforma no último bastião de defesa da civilização ocidental.

Não deixem de ver o filme neste vídeo legendado.

domingo, 26 de junho de 2016

BREXIT: O Filme



BREXIT, O FILME! DEVASSA A UNIÃO EUROPEIA E REVELA AO MUNDO O DIABÓLICO PLANO PARA ESCRAVIZAR TODA A POPULAÇÃO MUNDIAL


BREXIT O FILME é um documentário para inspirar as pessoas a votarem para DEIXAR a UNIÃO EUROPÉIA no referendo de 23 de Junho de 2016.

BREXIT O FILME mostra o perigo de fazer parte da UE. É seguro dar a um governo remoto além do nosso controle o poder de fazer leis? É seguro para nos amarrar a países que estão perto de ruína financeira, à deriva para um extremismo político assustador, e que sofrem de longo prazo, o declínio econômico auto-infligido?

BREXIT O FILME mostra o lado da UE que não querem que a gente veja: a burocracia se auto servindo, o cinismo político, a falta de prestação de contas, as regalias, o desperdício, o nepotismo, a corrupção.

BREXIT O FILME destaca o perigo de se tornar um prisioneiro em uma provinciana e retrógrada "Fortaleza Europa". E explora as oportunidades emocionantes que se abrem para nós quando olhamos para além dos estreitos limites da UE.

BREXIT O FILME olha para o futuro, argumentando com força e persuasão que é mais seguro e mais sábio viver em um país que é livre, independente, autogovernado, confiante e global.

Reflita e faça um paralelo com a situação vivida no Brasil. Faz parte dos objetivos do FORO DE SÃO PAULO juntamente com o PT criar a PÁTRIA GRANDE, representada oficialmente hoje pela a UNASUL e com respaldo das piores ditaduras e as democracias mais frágeis da América Latina (Venezuela, Bolívia, Equador, Uruguai). É discutido abertamente por representantes dessas organizações a intenção de criar um PARLAMENTO SUL-AMERICANO. Como seria para o Brasil receber ordens de um parlamento longe do nosso país e que não presta contas a nenhum eleitor?

COMENTÁRIOS

O vídeo acima é imperdível! Todo legendado em português e de altíssima qualidade de imagem, som e legendas. Mas o principal é o seu conteúdo. Vocês jamais verão este filme nas grandes redes de televisão e muito menos das redes de cinema. O filme mostra tudo sobre as razões do denominado Brexit, ou seja a saída do Reino Unido da União Européia que foi decidido em referendum.
Mas não é só isso. O filme devassa tudo. É algo impressionante, de fazer inveja a qualquer despotismo do passado. A única diferença talvez seja a forma asséptica, sofisticada e luxuosa daquele viveiro montado em Bruxelas, onde burocratas arrogantes decidem como devem viver as populações de 28 países europeus. Agora 27, com a saída do Reino Unido. Notem que a Suíça, país dos mais desenvolvidos do mundo não integra a União Européia.
Nem Hitler e nem Stalin sonharam com tal façanha. A diferença entre o totalitarismo da União Européia e o nazismo e o comunismo de outrora, é que os tecnocratas de Bruxelas lhe conferem uma aparência asséptica e incruenta. Eles terceirizam a eliminação dos que reagem às milícias islâmicas. Tanto é que há pouco tempo foram publicadas em séries fotografias de terroristas islâmicos degolando brancos ocidentais. E isto se deu em profusão por meio da grande mídia internacional. Reparem que sempre que noticiaram as degolas em momento algum censuraram o ato horrendo e criminoso contra brancos ocidentais. Lembro por exemplo, que a Folha de S. Paulo, à época, publicou uma matéria de um hipster bundalelê que esse jornal mantém como correspondente na Europa, uma matéria que relativizava a degola dos ocidentais pelos jagunços islâmicos.
O que o povo inglês em sua maioria acaba de fazer nesse referendo haverá de entrar para a história, da mesma forma quando os súditos do rei inglês limitaram o seu poder fundando o constitucionalismo moderno.
Estamos portanto perante uma mudança geopolítica com pretensão de nível global. Os jornalistas a soldo do movimento comunista do século XXI podem espernear, podem mentir, podem tergiversar. Mas serão massacrados pelos fatos que estão sendo expostos por meio da internet, mormente pelas redes sociais, blogs e sites independentes. Mais adiante esses mentirosos contumazes da grande imprensa nacional e internacional serão execrados em praça pública. Esses imorais serão hostilizados nas ruas, nos bares, nos restaurantes como tem ocorrido com a bandalha do PT. Não poderão colocar nas ruas os seus focinhos sujos.
Portanto, não deixem de ver este filme. Usem as redes sociais para divulgá-lo. Vamos viralizar este vídeo, vamos mostrar para as pessoas a verdade que os jagunços comunistas da grande mídia escamoteiam.

TOTALITARISMO DISSIMULADO
A postagem do vídeo no Youtube e a tradução e colocação das legendas é de Matias Pasqualotto. Ele também acrescenta às postagem um texto em que chama a atenção do leitor/telespectador sobre o fato de que a União Européia não é uma experiência restrita à Europa. Ela é um modelo, um paradigma, para ser aplicado em todo o planeta. Claro, o Mercosul e a Unasul são os embriões desse sistema totalitário aqui na América do Sul.

Reflita e faça um paralelo com a situação vivida no Brasil. Faz parte dos objetivos do FORO DE SÃO PAULO juntamente com o PT criar a PÁTRIA GRANDE, representada oficialmente hoje pela a UNASUL e com respaldo das piores ditaduras e as democracias mais frágeis da América Latina (Venezuela, Bolívia, Equador, Uruguai). É discutido abertamente por representantes dessas organizações a intenção de criar um PARLAMENTO SUL-AMERICANO. Como seria para o Brasil receber ordens de um parlamento longe do nosso país e que não presta contas a nenhum eleitor?

Comentários postados por Aluizio Amorim